Tudo relacionando a Aplicativos

Download Day 2008 - O recorde

Download DayO Firefox 3 está bem perto de ser lançado. Temos um browser mais rápido, seguro, inovador e com uma interface seguindo padrões de design do seu sistema operacional. Ele está quase passando pelo Acid 3 (eu sei do Opera) e também está mais compatível (do que já era) com CSS, e JavaScript.

Temos uma comunidade imensa de usúarios do excelente, por isso, venho aqui pedir ajuda de vocês (esmola de ônibus? “nunca roubei, nunca matei” hehe), colaborando com sua participacão no Download Day, para colocarmos o Firefox 3 no Guinness Book. Lembrando que temos que ter o compromisso de realizar o download nas 24 hrs de seu lançamento, ao qual ainda não foi previsto, mas será muito em breve.

Não é fácil se tornar o software mais baixado em 24hrs, exige muito de servidor(por parte da Mozilla) e uma certa disponibilidade de quem se comprometeu com o download. Mas vamos lá, pois a vitória será do Firefox 3 e também nossa.

Para confirmar sua participação, basta só preencher seu nome e email no site abaixo:

http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord

Análise do Adobe AIR. Usar Web ou Desktop?

Adobe AirCom uma semana lançamento, o Adobe AIR já impressiona alguns e não espanta outros.

O que impressiona para alguns

O Adobe AIR é a solução ideal para aqueles que já produzem aplicações web e desejam expandir para o Desktop. Se difere dos concorrentes por um bom suporte a tecnologias e um auto-instalador de arquivos “.air” .

Ele também tem destaque na quebra de barreiras de aprendizado, pois não seremos obrigados a estudar bibliotecas visuais para a programação Desktop (Microsoft Ribbon, Java Swing[bb], GTK[bb], etc…).

Podemos simplesmente desenvolver nossas aplicações em soluções ricas e personalizáveis como o Flex, Flash[bb] e AJAX[bb](html + css + js). Em tempos de portabilidade, o AIR é um ganho, pois largamos dos nossos velhos programas de 300mb e nos agregamos aos leves dessa tecnologia.

Além disso, ele é cross-platform, ou seja, roda em múltiplos sistemas operacionais(mais polulares como Mac, Windows e em breve Linux[bb]).

O que não espanta para outros

Com a “Web 2.0[bb]” (nome marketeiro que pegou), deixamos de lado muitas soluções Desktop.

O Google é um exemplo, que traz serviços como o Docs, Spreadsheets e o recém lançado Presentation.

Pela Web, não dependemos de uma excelente estrutura de máquinas (apesar de afetar a produtividade[bb]) e evitamos a instalação de aplicações. Se torna fácil a realização de trabalhos remotos, em equipes e sobre qualquer plataforma que possua suporte a navegação.

É difícil pensarmos em fazer aplicações Desktop quando temos todas essas possibilidades na Web.

Usando os dois

O AIR torna fácil a integração com API’s[bb] online, como exemplo o Twhirl, um aplicativo que traz tudo o que rola em seu Twitter.

Para onde correr

Nesse momento, o ideal é não ficarmos fanáticos por alguma dessas soluções, mas sim buscar aquela que lhe traga mais conforto numa determinada ação.

Organizando alterações de sua aplicação - Controles de Versão

Arquivo binárioO trabalho na web fica mais dividido a cada dia, está difícil mantermos uma empresa composta por alguém que revise, programe e altere uma grande aplicação.

Daí surgem as equipes, com a classificação de membros, responsáveis por manipular uma parte da aplicação.

Com a manipulação separada, podem ocorrer conflitos de versão, ou seja, quando duas ou mais pessoas trabalham em um mesmo arquivo sem um controle de alteração de cada membro.

Com base nesse problema que empresas focam nos chamados Controles de Versão, aplicações responsáveis por manter uma ordem na bagaça um gerenciamento de alterações.

Existem dois famosos:

  • O CVS[bb] (Concurrent Version System), que é um pouco antigo, mas funcional.
  • O SVN[bb] (Subversion), bastante utilizado pela sua atualidade e com um maior número de ferramentas.

Os dois são gratuitos e fáceis de usar, mas requerem um alto grau de conhecimento na instalação e configuração.

Não adianta querermos fugir do aprendizado, pois isso já é um requisito no mercado. Existem livros[bb] que tratam bem do assunto, vale a pena conferir. ;)

Imagem desenvolvida por Marco Martin

APNG - Seria o fim do GIF animado?

GIF 256bitsO Firefox 3, que está com seu lançamento programado para dezembro, vem apresentando promessas interessantes. Um novo Gecko é uma delas, que além de estar sofrendo uma grande atualização desde a versão 1.5, promete grande ganho quanto ao seu desempenho. Agora vamos ver o que a concorrência irá inovar ou se beneficiar.

Outro fato curioso, é a criação do formano APNG, que se trata de um arquivo de imagem baseado no GIF Animado, com diferencial no benefício da qualidade do PNG. Pense naquele loading de suas páginas em ajax e veja o que isso poderia colaborar para a qualidade de sua identidade visual.

Talvez isso possa ser um grande ganho quando se tratamos de possibilidades, mas devemos pensar muito antes de sair desenvolvendo em nossos projetos, pois a compatibilidade será exclusiva do Firefox no momento. A própia PNG não aprova a tecnologia animada desenvolvida pela Mozilla, o que nos deixa desconfortáveis quanto uma utilização de teste, seria algo do tipo a Apple não aprovar caixinhas de som para Ipod.

Estou curioso quanto ao peso dos arquivos gerados. Vamos aguardar, quem sabe essa possa ser a substituição(finalmente) do GIF Animado.

Windows Live Writer - Nada mal

wlw

Estou testando o post pelo Windows Live Writer versão final, um cliente da Microsoft de postagem em blogs.

Imaginava algo bem medíocre, mas logo que inicio o programa, digito meu endereço e login, tenho acesso a uma edição com a formatação do skin e uma integração total com o WP.

Também estou gostando de suas ferramentas, como por exemplo a inserção de mapas (jabá do Virtual Earth) e a vinculação direta de links para posts anteriores.

Outro fato legal está na semântica do código, que diferencia muito de editores WYSIWYG.

Parabéns Microsoft!!! (acho que nunca eu disse isso por aqui).

Acabo de descobrir que em cliente local, eu levo menos tempo para postar. :)

Alguém sabe outra alternativa de edição? Pode ser para qualquer plataforma.

Update: Não está funcionando no WP 2.3.1 , que pena! :(

Passeio de Geek - Pão de Açúcar Shopping Iguatemi

Feriado de finados, nada melhor do que fazer um passeio a gostinho de geek.

A meses venho querendo visitar o que dizem ser o mercado do futuro, nada menos que o Pão de Açúcar Shopping Iguatemi em São Paulo.

Levando em conta que nunca havia andando pelo Shopping, fiquei quase uma hora atrás da loja, que se não fosse a informação do segurança, esse post não existiria(exagero).

Chegando lá, me espantei com a entrada super luxuosa, de tonalidades pratas misturadas com o preto, “bunita dimais sô!!!”.

Funcionários com roupas diferentes do padrão, televisores plasma no lugar de banners, carrinhos de compras com design inovador e buscadores de produtos.

Buscador de produtos? Conta outra!

Sem brincadeira, alguns carrinhos estão equipados com um sistema PSA (Personal Shopper Assistent), onde temos uma tela lcd touch screen que possibilita a busca do produtos via wi-fi, exibição de preço, soma e guia de localização.

Carrinho de compras do Pão de Açúcar Shopping Iguatemi

Comecei a testar a interface, logo vi na mudança de tela o “Start” do windows, fui a busca de chocolate, camelo e biscoito (Qualquer rótulo é mera conhecidência).

Não gostei da localização dos ícones, mas valeu a pena a experiência em um touch, me lembrou o Iphone.

Aqui ninguém filma!

Não satisfeito, peguei meu celular e comecei a filmar.

A meta era eu chegar até a fase de localização, mas logo fui impedido por não ser permitido o registro.

You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video

Pô tia! Não pode nem deixar um geek feliz? Sacanagem!

Eu também quero

Filmar não sei se vai poder, mas para acompanhar, o mercado fica no “piso térreo a esquerda no final do corredor” (by segurança).

Vale a pena conferir!

Aptana pago, acredite

Logotipo do Aptana IDE

O Aptana, uma IDE do Eclipse destinada para aplicações web, deixou de ser beta e lançou sua versão 1.0.

Possui grande repercussão entre desenvolvedores de aplicação Javascript(e frameworks), PHP, Ruby On Rails e também a RIA Adobe Flex.

Apesar de seu foco se situar em back-end, ele tem uma avançada edição de CSS, onde visualizamos a compatibilidade dos browsers sobre cada atributo digitado.

Também é aberto a novas tecnogias, dentre elas a produção de aplicações para Iphone, o que não é novidade ao citarmos membros da equipe como participantes do Blog Ajaxian.

Seu grande potencial, está na edição simultânea de arquivos no FTP e a compatibilidade com múltiplas plataformas (Windows, Linux, Mac).

O Aptana dava orgulho de se dizer que era free, com update, funcional em boas máquinas (lembre-se, eclipse é em java) e mais produtivo que muitos pagos por ae.

Esperava algo do tipo 1.0 freeware stable, errei feio, pois ele sofreu uma divisão de versões:

A partir de agora, para você ter seu Aptana estável, além de precisar de um excelente computador, terá que dispor $99.

Poderiam pelo menos correr atrás de investimentos, pois o eclipse vive disso.

Agora que não largo mão do meu Notepad++.

Em busca do agregador perfeito. Google Reader? Bloglines?

Ícone de feed

A certo tempo, sempre costumei agregar meus feeds no NetVibes, devido a sua interface e a variedade de módulos.

Tudo funcionava normalmente, até o momento em que meu conteúdo foi excedendo a interface, onde as abas atigiram multiplas linhas.

Essa semana, além de gerar minha OPML de backup, resolvi realizar testes em agregadores. Estarei me beneficiando pela separação dos gadgets, que podem ser migrados para o Facebook.

Inicicialmente, me inscrevi no Bloglines para ver o porque de sua grande utilização na blogosfera.

Bloglines

Gostei, mas não tanto, talvez pela minha falta de costume sobre a interface. Achei que ele poderia ser um pouco mais direto, e as configurrações mais relevantes, levei cerca de 3 minutos para achar o importar feed.

Fui para o Google Reader , ao qual já havia testado antes do NetVibes.

Google Reader

O tempo passou mesmo, nunca imaginei uma evolução dessa no agregador, o desempenho (para leitura) está bem agradável e sua interface está simples.

Minha única crítica, fica para seu tempo de importação de OPML, que foi muito maior comparado ao outro concorrente citado.

O meu é melhor Helder

É mesmo? Qual agregador te facilita?

Talvez eu possa migrar para ele. ;)

A RIA problemática e a quase deslumbrante

Já ouviu falar em RIA?

RIA é a abreviação de Rich Internet Application, traduzindo e explicando, se trata de uma aplicação de internet rica, composta por efeitos visuais e resultados a curto prazo.
Internet Rica

Quando ouvimos um pouco sobre esse termo, logo temos em mente uma navegação totalmente interativa, deixando de se preocupar com limites de resoluções, estática e outros que contornam a rotina de produção.

As grandes potências do mercado de softwares (Adobe, Microsoft, SUN), investem pesado nessa visão digital.

A Adobe por exemplo, além de a cada versão inovar o Flash player, saiu na frente com o lançamento do Flex 2 (o 1 não teve sucesso) no final do ano passado, causando impacto em seus fãns.

Eu cheguei a acompanhar um evento desses, destacado pelo verdadeiro “o meu é o melhor”, pois o palestrante mais comparava com o AJAX do que mostrava benefícios vindo dessa tecnologia. Posso dizer que meu único ganho foi o coffee-break.

A RIA problemática

Nesse mesmo evento, foi apresentado uma loja virtual interativa, quase sem carregamento de dados. Houve dúvidas sobre qual aplicação isso tudo funcionava, o palestrante respondeu que tudo ficava sobre o flash player e que era leve.

Mesmo diante de um público impressionado, algo me passava pela mente: “E aonde fica a acessibilidade?”.

Para quem não acompanha, o Flash é um dos piores recursos quando tratamos de acessibilidade, justamente por ser implementado somente como um objeto, e não um bloco de código descrito de conteúdo, ou seja, o leitor de tela de um cego apenas captura a referência Object, quando o necessário seria todo o conteúdo composto dentro dele.

Se descartamos a acessibilidade, temos outro problema em foco, o de a loja trabalhar somente em uma página, e olhe só, no mesmo lugar onde pesquisamos os produtos, vemos os dados e possivelmente compramos. Levando em conta disso, logo pergunto: “E se eu quiser ir direto para o produto em um futuro retorno?”

Imagine a situação, toda vez que for preciso, o usuário terá que fazer novamente o processo de navegação para encontrar o mesmo produto.

Isso é o que posso chamar de quebra de conceito, de desrespeito a todos aqueles que estudam por uma web melhor (Tio Jakob é um deles), e principalmente, ao usuário que está na pesquisa do produto.

A RIA quase deslubrante

Quase porque ainda teremos que deixar a acessibilidade de lado.

Ela se deslumbra quando tratamos da criação de ferramentas online, evitando aquele nosso velho processo de instalação local, e o difícil de acreditar, é que é mais fácil desenvolvermos em Flex do que em AJAX.

O Adobe Kuler por exemplo, é um combinador e compartilhador de paleta de cores online. Temos recursos bem utilitários em sua interface, sem a necessidade de links para boa navegação e sem o uso de efeitos desnecessários. Eu gosto muito dele, principalmente naqueles dias ao qual estou sem a mínima idéia conceitual de cores necessárias para um projeto.

O problema que não temos como desconsiderar

Uma RIA não tem seu conteúdo indexado por buscadores, portanto, se algum dia pensar em desenvolver um projeto desses(caro por sinal), leve em conta de estar jogando seu SEO para baixo, e tente aliviar sua perca colocando Meta Tags.

A concorrência também tem esses problemas?

Tanto o Microsoft Silverlight como JavaFX são interpretados como objetos e também não são indexados por buscadores.

Não trabalhe com o Windows Vista!

A produtividade é uma das características mais exigidas no mercado de trabalho, sem ela a empresa não lucra o esperado e põe em risco a perca de cliente.

Na web, a configuração adequada de um computador, é o mínimo necessário para se obter produção. Trabalhei em agências ao qual nem mesmo tinha um leitor de DVD (aonde fica o material do cliente?), outras ao qual eu tinha que ligar o computador por um “fiozinho” e acrescentar socos destinados ao gabinete mal montado.

Atualmente, nem tenho porque reclamar disso, pois trabalho em um Dell Optiplex 745 com um Intel Core 2 Duo 2.0, 2gb de ram kingston, hd 160gb e dois monitores Dell 17 lcd. Ao acompanharmos essa configuração, tudo parece ser um sonho, até o momento em que eu descreva o sistema operacional do “canhão“, nada menos que o Windows Vista Business instalado de fábrica.

Imagem ilustrativa da capa do Windows Vista Business

O nome é até que bonito, mas seu funcionamento ainda está dos piores, principalmente quando queremos aplicar configuração de drivers. Quase nada é compatível, mesmo ao tratarmos de monitores do mesmo modelo, que ao realizar o windows update, ganho o problema, que deixa um dos drivers genérico, fazendo com que eu seja obrigado a novamente reconfigurar a tela extendida.

Outra interferência de tarefa, está em sua nova interface Aero Glass (“Windows OS X“), onde acumula grande parte de sua memória e causa quedas de desempenho. O melhor a fazer, é deixar o sistema semelhante ao Windows XP, retirando tudo que seja efeito.

Já realizei pedidos de retirada do Vista, e implementação do XP (linux aqui não pode), mas isso só irá colaborar com o prejuízo, principalmente quando cotamos a compra de uma cópia genuína, cerca de R$499 para o professional.

Então vamos levando no jeitinho brasileiro de ser, no quebra-galho.